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Reforma de casa antigas Guarulhos, São Paulo

Encontre endereços e telefones de reforma de casas antigas em Guarulhos. Aproveite para obter dicas e mais informações sobre o assunto em nossos artigos com tutoriais.

Aliança Materiais de Construção
(11) 2412-0928
r Itatira, 645, Prq Uirapuru
Guarulhos, São Paulo

Dados Divulgados por
Depósito Tranquilidade Material de Construção
(11) 2422-3747
av Paulo,S, 219, Cid Brasil
Guarulhos, São Paulo

Dados Divulgados por
Depósito de Materiais Construção e Utilidades do Lar
(11) 2492-2683
r Miguel dos Campos,S, 119, Vl Barros
Guarulhos, São Paulo

Dados Divulgados por
Depósito de Materiais para Construção Dular Ltd
(11) 2421-5544
r Valadão,Con, 1216, Gopouva
Guarulhos, São Paulo

Dados Divulgados por
Depósito Cidade Maia
(11) 2408-2102
av Renato de Andrade Maia,Dr, 422, Prq Renato Maia
Guarulhos, São Paulo

Dados Divulgados por
Depósito Português
(11) 2402-2523
av Silvestre Pires de Freitas, 800, A, Jd Paraíso
Guarulhos, São Paulo

Dados Divulgados por
Aeropisos Depósito de Materiais para Construção ME
(11) 2432-5661
av João Paulo I,Papa, 2675, Cid Prq São Luiz
Guarulhos, São Paulo

Dados Divulgados por
Rama Costa Depósito de Materiais para Construção Ltda
(11) 2467-1525
etr Guarulhos-Nazaré, 4294, Jd Cumbica
Guarulhos, São Paulo

Dados Divulgados por
Depósito de Materiais para Construção Cassemiro e Moreira Ltda
(11) 2436-2013
r Doze de Junho, 9, B, Jd do Triunfo
Guarulhos, São Paulo

Dados Divulgados por
Depósito de Materiais Construção e Utilidades do Lar
(11) 2404-0545
r Aragoiania, 319, Vl Barros
Guarulhos, São Paulo

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Reforma de casas antigas: substituição de forro de estuque atacado por umidade e cupins

Artigo fornecido por:

Por Arq. Iberê M. Campos

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As casas construídas entre as décadas de 30 a 60 chegaram ao final de sua vida útil. Além das instalações elétricas e hidráulicas, o fato que mais pede atenção urgente é a substituição dos forros feitos em estuque, invariavelmente comidos pelos cupins e afetados pelas infiltrações dos telhados. A substituição do estuque, em especial, leva a um reflexão sobre as alternativas e qual seria a influência de cada uma delas na vida útil da obra e no montante a ser gasto para recolocar o imóvel em condições de uso.

As construções destinadas à classe média nas grandes cidades brasileiras da região sudeste seguiam um padrão bem claro entre as décadas de 30 a 60. A técnica construtiva era sempre a mesma: fundações rasas, com uso de sapata corrida, alvenaria estrutural, feita de tijolos comuns, que suportava um telhado de telhas francesas feito sobre tesouras de peroba. Mas vejamos em detalhes como eram construídos estes imóveis, e o que se pode fazer quando o forro desaba, exigindo providências imediatas do proprietário.

Como eram construídas das casas entre os anos 30 a 60

O Brasil atravessava uma época onde a industrialização ia chegando aos poucos à construção civil, até então atendida por indústrias de fundo-de-quintal ou por artesãos que confeccionavam na própria obra aquilo de que precisavam. Esta situação levou a construções bem típicas, como a mostrada abaixo. Como eram, então?


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Residência típica dos anos 40/50 em São Paulo: Telha francesa, veneziana nos quartos, varanda na entrada, portões baixos, manilha de barro, estuque e muitos problemas com cupins, umidade e trincas.
Vamos começar pela instalação elétrica, que era bem precária. Usava-se uma caixa de fusíveis tipo rolha junto à porta de entrada, onde havia uma chave geral, uma chave para a linha de 110V e outra para a linha de 220V. Estas linhas de 110 e 220V corriam sob o telhado e iam alimentando todos os cômodos, causando alguns problemas típicos: quando se ligava o liquidificador a televisão (à válvula) ficava com chuviscos, quando uma pessoa estava tomando banho em um chuveiro, o outro banheiro ficava inoperante. Quem viveu nestes tempos sabe do que estamos falando...

A instalação hidráulica era outro tormento. As redes de esgoto públicas só começaram a se espalhar na década de 60, até então era comum cada casa ter sua fossa e também seu próprio poço para abastecimento de água, pois a água da concessionária pública alcançava poucos bairros e não era lá muito confiável e constante. Mas o maior problema mesmo era a rede de esgoto, feita com manilhas de barro, que eram encaixadas e e depois seladas com piche. Com o tempo o piche ressecava, o terreno cedia e as manilhas desencaixavam, dando origem ao solapamento do subsolo com recalque dos pisos e da própria construção. Ah sim... não podemos nos esquecer da tubulação de água fria, feita com tubos de ferro galvanizado e que, se ainda estiverem lá, estão c...

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